
No embalo no início das obras do novo estádio do corithians que iniciaram-se dia 30 de maio, começam também a surgir os rumores referentes ao nome do tão sonhado estádio do corinthians. Alguns falam em Itaquerão, outros em Fielzão, mas na verdade a diretoria corinthiana está muito ligada nesse assunto e pelo jeito não será nenhum desses nomes tão cogitados pela imprensa e pela fiel torcida.
Pensando no quanto o clube pode arrecadar com o naning rigths, a diretoria do corinthians nem cogita batizar o futuro estádio com algum nome popular, com medo que isso possa prejudicar a negociação para o nome do estádio com algum futuro parceiro.
Ou você imagina alguma empresa desembolsando uma grande fortuna para colocar seu nome no estádio do maracanã, sabendo que o mesmo será chamado por todos pelo nome de maracanã e não pelo nome desejado pela empresa que terá pagado para usufruir desse espaço.
Assim imagino que os estádios de cidades como Brasília, Cuiabá, Natal, Recife, e São Paulo possam conseguir arrecadar mais com naning rights e ver o nome dos seus estádios se tornarem mais popular do que os estádio de Minas, Rio de Janeiro e Porto Alegre, aonde o nome dos estádios tem um forte apelo popular, sendo praticamente impossível não chama-los pelo seus tradicionais nomes. Ou você consegue ver os torcedores do Internacional dizendo: Vamos lotar o Tramontinão para amassar o adversário, ou os torcedores de Cruzeiro e Atletico lotando a Petrobras Arena para mais um clássico. É DIFÍCIL IMAGINAR.
Mas contrariando o que falei, cito uma reportagem que tive a oportunidade de ler a alguns dias que afirmar que o naming rights dos estádios da Copa podem chegar a R$ 1,3 bilhão em aproximadamente 15 anos.
Aonde do ponto de vista do mercado, os estádios da Copa mais atrativos para o naming rights são os de São Paulo (Arena Corinthians), Rio de Janeiro (Maracanã) e Belo Horizonte (Mineirão), os três com potencial em torno de R$ 300 milhões ao longo de 15 anos.

Num patamar abaixo estaria a Fonte Nova, em Salvador, cotado em R$ 100 milhões, e os estádios de Porto Alegre (Beira-Rio) e de Curitiba (Arena da Baixada), ambos com valor um pouco menor em função das dificuldades de negociação, por serem estádios privados.

Logo abaixo viriam os estádios de Brasília, Recife e Fortaleza, com valor entre R$ 80 milhões e R$ 60 milhões. E por fim, as arenas de Natal, Cuiabá e Manaus, com valor em torno de R$ 60 milhões.
É aguardar e torcer bastante para que esses valores realmente apareçam!!!
Por: Lucas Colpo Marramarco
Mais informações sobre marketing esportivo
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